sexta-feira, 1 de novembro de 2013

As 48 leis do poder: não confie demais nos amigos, aprenda a usar os inimigos


lei 2
Não confie demais nos amigos, aprenda a usar os inimigos

Essa lei alerta que precisamos ter cautela com os amigos. Eles o trairão muito mais fácil do que podemos imaginar. Ao contrário, façamos um favor a um inimigo e ganharemos alguém que terá o tempo todo que o que provar.
 
Parece chocante não? Não, os trechos e exemplos do livro mostram uma realidade que muitos podem ter passado e ,se ainda não fizeram, é interessante refletir sobre isso: até que ponto um amigo pode ser realmente fiel?
 
Quando contratamos uma pessoa ou o trazemos para nos auxiliar, devemos fazer pela sua competência e não pela sua amizade. Quando fazemos a segunda escolha, caímos na armadilha de relaxar e não percebemos (ou demoramos a perceber) que começamos a dar poder demais, que pode ser traduzido das mais variadas formas como, por exemplo, independência para decidir, autoridade sem limites, conhecimento centralizado, que fatalmente se traduz em um comportamento de prepotência, arrogância e inveja sob aquele que o colocou naquele lugar. A maioria "esquece os favores que recebeu e imagina ter conquistado tudo aquilo por seus próprios méritos".
 
Ao contrário, quando trazemos um inimigo para a nossa equipe, se estabelece uma interessante relação de gratidão e necessidade de provar o merecimento da confiança que impede que o poder concebido se transforme em traição ou atitudes que visam diminuir a sua posição. Não é que se estabeleça uma relação de desconfiança, mas uma relação de constante gratidão e alerta. A possibilidade de surpresas indesejáveis diminuem de forma considerável.

É difícil absorver essa lei, porque normalmente pensamos de forma contrária. Com a experiência profissional  e alguns exemplos já vistos percebo que é muito mais difícil gerenciar amigos. Geralmente se trata com muita cautela os feedbacks negativos e nunca é dito o que deve ser dito de fato. Algumas passagens do livro são suficientes para nos fazer pensar sobre esse ponto:

"O problema é que nem sempre se conhece os amigos tão bem quanto se imagina. Eles costumam concordar para evitar discussões . Disfarçam suas qualidades desagradáveis para não se ofenderem mutuamente. Acham graça demais nas piadas uns dos outros. Visto que a honestidade raramente reforça uma amizade, você talvez jamais saiba o que um amigo realmente sente."

Recentemente a revista você S/A saiu com uma reportagem intitulada "o inevitável jogo do poder" na qual descreve quais as lições na luta pelo sucesso que poderiam ser aprendidas com a série Americana "house of cards". Entre elas é trazida o que foi chamado de "a rede do poder" e reforça exatamente o que é posto na lei aqui enunciada:

"A rede de apoio não é feita apenas de aliados. Existem contatos menos próximos que são fundamentais. São rivais que momentaneamente, unem-se em torno de um interesse comum. Dentro dos limites éticos, é o que deve ser feito no mundo do trabalho: ao ajudar alguém, eu crio um vincula que presume haver uma retribuição" (Fernando Jucá, sócio e president da Atingire, empresa de treinamento corporativo, São Paulo)

Então, como já dizia a música do barão vermelho,

"Eu ti desejo muitos amigos e que em um você possa confiar, e que tenha até inimigos para você não deixar de duvidar"

 
 
 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

As 48 leis do poder: Não ofusque o brilho do mestre

Anotações e trechos de um livro chamado as 48 leis do poder. Bom ou mal? talvez nos traga uma realidade que por vezes teimamos em não aceitar e resolvemos não jogar. Será meu resumo pessoal da leitura do livro, lei por lei, o qual compartilho. 

Lei 1
Não ofusque o brilho do mestre

Julgamento
Faça sempre com que as pessoas acima de você se sintam confortavelmente superiores. Não é fraqueza disfarçar a sua força se, no final, eles o levarem ao poder.

Regras:

Impensadamente podes brilhar mais do que seu superior simplesmente agindo de forma natural.  O nível de insegurança do seu superior pode levá-lo a não entender isso e fazer com que ele procure uma forma de tentar ofuscar esse brilho.

Se a sua empatia, reconhecimento, simpatia, competência naturais não puderem ser evitadas, então deves aprender a evitar esses momentos ou encontrar um jeito minimizá-las quando estiver na companhia de seu superior.

Porque seu superior gosta, reconhece e delega poder para você isso não significa que poder fazer tudo o que quer, da forma como deseja. Existe hierarquia e ela precisa ser respeitada. É necessário ter senso do limite.

Se você possui idéias e projetos mais criativos com melhores resultados que as do seu superior, atribu-as a ele, da maneira mais pública possível. Deixe claro que você está simplesmente refletindo uma iniciativa do seu superior.





quinta-feira, 12 de setembro de 2013

WhatsApp: e agora? Como gerenciar o tempo?

As redes sociais, programas de bate-papo, skype, enfim o mundo da interatividade existe já tem muito tempo. Fui usuário do MIRc, programa de bate famoso do início dos anos 2000, época em que o bate-papo do uol vinha substituir o famoso 145 (disque amizade) e era o que havia de mais moderno para conhecer novas pessoas. Com o advento do msn, orkut e o fenômeno facebook as redes sociais viraram febre: um compartilhamento de informações sem fim. As coisas foram se integrando e é possível bater papo online de praticamente todas as principais ferramentas.  As corporações, ou pelo menos grande parte delas, precisaram de atitudes contra os colaboradores inconscientes, que não sabiam gerenciar o tempo e passavam mais tempo das suas horas de trabalho nas redes sociais  e chats online do que fazendo suas atividades. Os programas de bloqueio funcionaram: pronto, o controle estava garantido. Triste ilusão. A comunicação avançou, os smartphones chegaram, a internet ficou disponível a todo momento e as bandas da telefonia celular começaram a prover acesso fácil a todos os aplicativos que só existiam nos PC's e notebooks tradicionais. A solução anterior já não atendia, pois não tem como bloquear os celulares nos locais de trabalho. E agora a coisa "piorou": existe o fenômeno whatsapp, que permite conversar a todo instante, a todos os momentos. É bem mais avassalador que os tradicionais bate-papos. A interatividade está facilmente disponível pois, de alguma forma, enquanto você escreve existe a percepção que você está falando ao telefone e virou canal de comunicação preferido até para as próprias organizações que estimulam o uso pelos seus colaboradores, afinal de contas é gratuito e os gastos com contas de celular podem ser diminuídos de forma significativa. E agora? Diríamos que o feitiço virou contra o feiticeiro? Na verdade o que será cada vez mais necessário, e isso poderia ter acontecido antes dos bloqueios tradicionais realizados nos PC's, é monitorar e controlar entregas dos colaboradores, atividades e tarefas designadas, restrições de tempo, entender quais os tempos necessários, estar atento ao uso desenfreado da tecnologia de forma não produtiva, enfim, gerenciar de perto, educar. O tempo é cada vez mais escasso nas nossas vidas e a gerência dele é de fundamental importância para que não tenhamos sensações constantes de fracasso ou de dever não cumprido. Essa sensação não existirá se tivermos consciência que aproveitamos de forma produtiva o tempo que tínhamos da melhor forma possível, sem nos envolver com distrações que nos tiram o foco em momentos não apropriados. A tecnologia não é culpada, não é ruim, o seu mal uso é que pode torná-la indesejável. Então, cuidemos das pessoas.

sábado, 7 de setembro de 2013

Independência ou morte!!!

Dia da independência do Brasil. A independência do reinado Português, passamos a ser soberanos e a imagem da espada de Dom Pedro I empunhada as margens do rio Ipiranga mostrava a nossa força e luta. O país dos miseráveis, corruptos e bandidos de Portugal estava ....livre(?)... Começou tudo errado e nem sequer sabemos se o quadro de Dom Pedro I é real. Não lutamos por ela e talvez por isso não sejamos tão patriotas como, por exemplo, os Americanos. Onde estão as bandeiras da nação brasileira nos prédios, carros e nas mãos do orgulhoso povo brasileiro? vou sugerir. Elas estão nos nossos corações carentes de educação, segurança e saúde. Na nossa necessidade de políticos honestos e que façam o que se esperam deles. Isso, no nosso estágio e histórico, só será alcançado com o povo nas ruas gritando e fazendo o governo perceber que não somos marionetes nas mãos de uma minoria. Chega de termos tanta capacidade inexplorada, de sermos o país do futuro e não sairmos disso há décadas, da promessa de sermos. Chega de pessoas morrendo nos corredores dos hospitais. Chega de escolas sem estruturas. Chega de crianças matando nos sinais. Depois de tanto tempo fico me perguntando se o que sobrou para o Brasil foi a MORTE da célebre frase da nossa "independência".