quinta-feira, 19 de setembro de 2013

As 48 leis do poder: Não ofusque o brilho do mestre

Anotações e trechos de um livro chamado as 48 leis do poder. Bom ou mal? talvez nos traga uma realidade que por vezes teimamos em não aceitar e resolvemos não jogar. Será meu resumo pessoal da leitura do livro, lei por lei, o qual compartilho. 

Lei 1
Não ofusque o brilho do mestre

Julgamento
Faça sempre com que as pessoas acima de você se sintam confortavelmente superiores. Não é fraqueza disfarçar a sua força se, no final, eles o levarem ao poder.

Regras:

Impensadamente podes brilhar mais do que seu superior simplesmente agindo de forma natural.  O nível de insegurança do seu superior pode levá-lo a não entender isso e fazer com que ele procure uma forma de tentar ofuscar esse brilho.

Se a sua empatia, reconhecimento, simpatia, competência naturais não puderem ser evitadas, então deves aprender a evitar esses momentos ou encontrar um jeito minimizá-las quando estiver na companhia de seu superior.

Porque seu superior gosta, reconhece e delega poder para você isso não significa que poder fazer tudo o que quer, da forma como deseja. Existe hierarquia e ela precisa ser respeitada. É necessário ter senso do limite.

Se você possui idéias e projetos mais criativos com melhores resultados que as do seu superior, atribu-as a ele, da maneira mais pública possível. Deixe claro que você está simplesmente refletindo uma iniciativa do seu superior.





quinta-feira, 12 de setembro de 2013

WhatsApp: e agora? Como gerenciar o tempo?

As redes sociais, programas de bate-papo, skype, enfim o mundo da interatividade existe já tem muito tempo. Fui usuário do MIRc, programa de bate famoso do início dos anos 2000, época em que o bate-papo do uol vinha substituir o famoso 145 (disque amizade) e era o que havia de mais moderno para conhecer novas pessoas. Com o advento do msn, orkut e o fenômeno facebook as redes sociais viraram febre: um compartilhamento de informações sem fim. As coisas foram se integrando e é possível bater papo online de praticamente todas as principais ferramentas.  As corporações, ou pelo menos grande parte delas, precisaram de atitudes contra os colaboradores inconscientes, que não sabiam gerenciar o tempo e passavam mais tempo das suas horas de trabalho nas redes sociais  e chats online do que fazendo suas atividades. Os programas de bloqueio funcionaram: pronto, o controle estava garantido. Triste ilusão. A comunicação avançou, os smartphones chegaram, a internet ficou disponível a todo momento e as bandas da telefonia celular começaram a prover acesso fácil a todos os aplicativos que só existiam nos PC's e notebooks tradicionais. A solução anterior já não atendia, pois não tem como bloquear os celulares nos locais de trabalho. E agora a coisa "piorou": existe o fenômeno whatsapp, que permite conversar a todo instante, a todos os momentos. É bem mais avassalador que os tradicionais bate-papos. A interatividade está facilmente disponível pois, de alguma forma, enquanto você escreve existe a percepção que você está falando ao telefone e virou canal de comunicação preferido até para as próprias organizações que estimulam o uso pelos seus colaboradores, afinal de contas é gratuito e os gastos com contas de celular podem ser diminuídos de forma significativa. E agora? Diríamos que o feitiço virou contra o feiticeiro? Na verdade o que será cada vez mais necessário, e isso poderia ter acontecido antes dos bloqueios tradicionais realizados nos PC's, é monitorar e controlar entregas dos colaboradores, atividades e tarefas designadas, restrições de tempo, entender quais os tempos necessários, estar atento ao uso desenfreado da tecnologia de forma não produtiva, enfim, gerenciar de perto, educar. O tempo é cada vez mais escasso nas nossas vidas e a gerência dele é de fundamental importância para que não tenhamos sensações constantes de fracasso ou de dever não cumprido. Essa sensação não existirá se tivermos consciência que aproveitamos de forma produtiva o tempo que tínhamos da melhor forma possível, sem nos envolver com distrações que nos tiram o foco em momentos não apropriados. A tecnologia não é culpada, não é ruim, o seu mal uso é que pode torná-la indesejável. Então, cuidemos das pessoas.

sábado, 7 de setembro de 2013

Independência ou morte!!!

Dia da independência do Brasil. A independência do reinado Português, passamos a ser soberanos e a imagem da espada de Dom Pedro I empunhada as margens do rio Ipiranga mostrava a nossa força e luta. O país dos miseráveis, corruptos e bandidos de Portugal estava ....livre(?)... Começou tudo errado e nem sequer sabemos se o quadro de Dom Pedro I é real. Não lutamos por ela e talvez por isso não sejamos tão patriotas como, por exemplo, os Americanos. Onde estão as bandeiras da nação brasileira nos prédios, carros e nas mãos do orgulhoso povo brasileiro? vou sugerir. Elas estão nos nossos corações carentes de educação, segurança e saúde. Na nossa necessidade de políticos honestos e que façam o que se esperam deles. Isso, no nosso estágio e histórico, só será alcançado com o povo nas ruas gritando e fazendo o governo perceber que não somos marionetes nas mãos de uma minoria. Chega de termos tanta capacidade inexplorada, de sermos o país do futuro e não sairmos disso há décadas, da promessa de sermos. Chega de pessoas morrendo nos corredores dos hospitais. Chega de escolas sem estruturas. Chega de crianças matando nos sinais. Depois de tanto tempo fico me perguntando se o que sobrou para o Brasil foi a MORTE da célebre frase da nossa "independência".