lei 2
Não confie demais nos amigos, aprenda a usar os inimigos
Essa lei alerta que precisamos ter cautela com os amigos. Eles o trairão muito mais fácil do que podemos imaginar. Ao contrário, façamos um favor a um inimigo e ganharemos alguém que terá o tempo todo que o que provar.
Parece chocante não? Não, os trechos e exemplos do livro mostram uma realidade que muitos podem ter passado e ,se ainda não fizeram, é interessante refletir sobre isso: até que ponto um amigo pode ser realmente fiel?
Quando contratamos uma pessoa ou o trazemos para nos auxiliar, devemos fazer pela sua competência e não pela sua amizade. Quando fazemos a segunda escolha, caímos na armadilha de relaxar e não percebemos (ou demoramos a perceber) que começamos a dar poder demais, que pode ser traduzido das mais variadas formas como, por exemplo, independência para decidir, autoridade sem limites, conhecimento centralizado, que fatalmente se traduz em um comportamento de prepotência, arrogância e inveja sob aquele que o colocou naquele lugar. A maioria "esquece os favores que recebeu e imagina ter conquistado tudo aquilo por seus próprios méritos".
Ao contrário, quando trazemos um inimigo para a nossa equipe, se estabelece uma interessante relação de gratidão e necessidade de provar o merecimento da confiança que impede que o poder concebido se transforme em traição ou atitudes que visam diminuir a sua posição. Não é que se estabeleça uma relação de desconfiança, mas uma relação de constante gratidão e alerta. A possibilidade de surpresas indesejáveis diminuem de forma considerável.
É difícil absorver essa lei, porque normalmente pensamos de forma contrária. Com a experiência profissional e alguns exemplos já vistos percebo que é muito mais difícil gerenciar amigos. Geralmente se trata com muita cautela os feedbacks negativos e nunca é dito o que deve ser dito de fato. Algumas passagens do livro são suficientes para nos fazer pensar sobre esse ponto:
"O problema é que nem sempre se conhece os amigos tão bem quanto se imagina. Eles costumam concordar para evitar discussões . Disfarçam suas qualidades desagradáveis para não se ofenderem mutuamente. Acham graça demais nas piadas uns dos outros. Visto que a honestidade raramente reforça uma amizade, você talvez jamais saiba o que um amigo realmente sente."
Recentemente a revista você S/A saiu com uma reportagem intitulada "o inevitável jogo do poder" na qual descreve quais as lições na luta pelo sucesso que poderiam ser aprendidas com a série Americana "house of cards". Entre elas é trazida o que foi chamado de "a rede do poder" e reforça exatamente o que é posto na lei aqui enunciada:
"A rede de apoio não é feita apenas de aliados. Existem contatos menos próximos que são fundamentais. São rivais que momentaneamente, unem-se em torno de um interesse comum. Dentro dos limites éticos, é o que deve ser feito no mundo do trabalho: ao ajudar alguém, eu crio um vincula que presume haver uma retribuição" (Fernando Jucá, sócio e president da Atingire, empresa de treinamento corporativo, São Paulo)
Então, como já dizia a música do barão vermelho,
"Eu ti desejo muitos amigos e que em um você possa confiar, e que tenha até inimigos para você não deixar de duvidar"
"O problema é que nem sempre se conhece os amigos tão bem quanto se imagina. Eles costumam concordar para evitar discussões . Disfarçam suas qualidades desagradáveis para não se ofenderem mutuamente. Acham graça demais nas piadas uns dos outros. Visto que a honestidade raramente reforça uma amizade, você talvez jamais saiba o que um amigo realmente sente."
Recentemente a revista você S/A saiu com uma reportagem intitulada "o inevitável jogo do poder" na qual descreve quais as lições na luta pelo sucesso que poderiam ser aprendidas com a série Americana "house of cards". Entre elas é trazida o que foi chamado de "a rede do poder" e reforça exatamente o que é posto na lei aqui enunciada:
"A rede de apoio não é feita apenas de aliados. Existem contatos menos próximos que são fundamentais. São rivais que momentaneamente, unem-se em torno de um interesse comum. Dentro dos limites éticos, é o que deve ser feito no mundo do trabalho: ao ajudar alguém, eu crio um vincula que presume haver uma retribuição" (Fernando Jucá, sócio e president da Atingire, empresa de treinamento corporativo, São Paulo)
Então, como já dizia a música do barão vermelho,
"Eu ti desejo muitos amigos e que em um você possa confiar, e que tenha até inimigos para você não deixar de duvidar"

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